Se houvesse no País, uma maior atenção e respeito às decisões dos tribunais de contas, embora que sejam proferidas muito tardiamente, e uma punição mais severa para os gestores públicos que somam irregularidades nas suas prestações de contas, muitos dos escândalos e operações realizadas pela polícia federal, para investigar o mau uso do dinheiro público, poderiam ser evitados. O movimento que se tornou corriqueiro, de as irregularidades e notas de improbidade administrativas atestadas pelas Cortes de Contas não terem o efetivo resultado, tem permitido a perpetuação de maus gestores no Poder, e causado estragos no bolso do contribuinte. Se por um lado, os números disponibilizados pelas Cortes de Contas não dizem especificamente quem é corrupto e quem não é, por outro lado, eles revelam um perfil de gestão pública que compromete o desenvolvimento do País e que, portanto, estão longe do ideal. Na instância judicial, o quantitativo de crimes contra o patrimônio e a administração pública também é muito grande. Só na Seção Judiciária cearense da Justiça Federal, estão tramitando 518 Ações Civis Públicas de improbidade administrativa, aquelas impetradas contra gestores acusados de crime que envolve o dinheiro público.MEU GUARÁ









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